INÍCIO| ARTIGOS| EVENTOS | CURSOS | NEGÓCIOS| COMUNIDADES | TÉCNICOS | PACIENTES | SHOPPING

Cadastre-se Editorial Mapa do Site Quem Somos

Submarino

 Cadastre-se
Seja um membro do RADIOLOGY.COM.BR e receba notícias, eventos e muito mais em seu e-mail.

Nome:

E-mail:

Residente em Radiologia?
Sim
Não


 Shopping

Manual do Residente de Radiologia
HENRIQUE Z. WERLANG PEDRO MARTINS BERGOLI BEN HUR MADALOSSO


Ultra-Sonografia Vascular
LASZLO JOZSEF MOLNAR







 Fale Conosco

Informações Gerais

Comercial

 
CT detecta Arteriosclerose em múmias
 

Um grupo internacional de cientistas descobriu que problemas cardiovasculares existem desde os primórdios da humanidade. Já eram conhecidos pelos antigos egípcios, indicando que é preciso olhar além dos fatores de risco modernos para compreender adequadamente a gênese das doenças do coração.
Os pesquisadores identificaram a formação de placas de arteriosclerose em múmias com cerca de 3,5 mil anos. O endurecimento da parede arterial, causada pelo depósito de gordura, cálcio ou outras substâncias na parede das artérias, pode provocar infarto ou derrame.
O estudo foi apresentado em reunião da American Heart Association nesta terça-feira (17/11), em Orlando, nos Estados Unidos, por Randall Thompson, professor de medicina do Mid America Heart Institute. Um artigo sobre a pesquisa será publicado na próxima edição do Journal of the American Medical Association (JAMA).
O grupo usou tomografia computadorizada para examinar 20 múmias do Museu de Antiguidades Egípcias, no Cairo. As múmias datam de 1981 a.C. a 364 d.C.
Os cientistas encontraram evidência de vasos sanguíneos e de tecido do coração em 13 múmias. Em quatro, o coração estava intacto. O grupo confirmou em três delas sinais inequívocos de arteriosclerose, com outras três consideradas como prováveis portadoras de endurecimento arterial.
Segundo o estudo, a calcificação se mostrou significativamente mais comum em múmias de indivíduos que morreram com idade estimada de 45 anos ou mais. Não foi verificada diferenças no endurecimento nas artérias entre homens e mulheres.
Da múmias analisadas, a mais antiga com arteriosclerose morreu entre 1570 a.C. e 1530 a.C. De acordo com o grupo, o trabalho é novo indicador de que a doença não é exclusiva do homem moderno, uma vez que se fazia presente há mais de 3 mil anos.
Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/materia/11373/divulgacao-cientifica/problema-moderno-e-antigo.htm#
Comente este artigo
Envie um e-mail para radiology@radiology.com.br

 

© 2007 - Radiology.com.br