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Avaliação pós constraste no Adenocarcinoma Ductal Pancreático
 

Com o trabalho “Estudo da utilidade da imagem de difusão quantitativa e da avaliação dinâmica pós-contraste por ressonância magnética na caracterização e determinação do prognóstico do adenocarcinoma ductal pancreático” O Dr. Fernando Marum Mauad submeteu-se à concurso no Departamento de Radiologia da Faculdade de Medicina da USP – Ribeirão Preto.

A banca examinadora foi constituída pelos profs. Jorge Elias Jr., orientador, Fernanda Maris Peria, Luiza Ronan Ferreira de Souza, Rafael Kemp e Miguel J. Francisco Neto.

O estudo “avalia as características e as técnicas de difusão por ressonância magnética (DWI), através dos valores do coeficiente de difusão aparente (ADC) médio e ADC entropia, em adenocarcinomas pancreáticos ductais, com os graus histopatológicos, estadiamentos e sobrevida dos pacientes”.

Foram estudados 51 pacientes com adenocarcinoma de pâncreas, diferenciado, com valores significativamente inferiores aos dos grupos de graus moderados e bem diferenciados (p<0,001 para ambos). O trabalho conclui que o ADC entropia não apresentou diferenciações histológicas. Ambos os ADCs não demonstram correlação com a sobrevida dos pacientes.

O autor também observou que somente o estadiamento apresentou diferença significativa na sobrevida (p<0,01) com o estadio I, diferença quase significativa em relação ao estádio II (p=0,07) e significativa em relação ao estádio IV (p<0,01) . Quanto aos valores de ADC médio e ADC entropia, somente o primeiro difere para a histologia (p<0,01), enquanto o segundo apresentou relação para lesões definidas e quanto à sua localização (p=0,02 para ambos).

*publicado no ID – Interação Diagnóstica abr/mai 2015 pág.21

 

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