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Tecido neural em pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente: tese define características
 

“As características microestruturais do tecido neural e o grau de atrofia cerebral nos estágios iniciais da esclerose múltipla remitente-recorrente” foram objeto de estudo da Dra. Carolina de Medeiros Rimkus em sua tese apresentada em 7 de fevereiro ao Departamento de Radiologia da Faculdade de Medicina – USP, para a obtenção do título de Doutor em Ciências – Programa de Radiologia.

O trabalho visa mensurar os índices de imagens por tensores de difusão (DTI) na maior comissura cerebral, o corpo caloso, e o grau e distribuição da atrofia cortical em indivíduos com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) e baixos escores de incapacidade funcional, correlacionando essas alterações com o volume de lesões macroscópicas e os principais parâmetros clínicos.

Participaram do estudo 31 indivíduos com EMRR e um grupo controle, composto por 34 pessoas saudáveis. Os grupos realizaram exames de crânio em um aparelho de ressonância magnética de 3 Tesla (3T), que resultaram em imagens de DTI com 32 direções de gradiente, obtendo-se, assim, os índices de fração de anisotropia e difusividade média, axial e radial de cinco segmentos na secção sagital do corpo caloso.

Através da segmentação de imagens volumétricas ponderadas em T1, foram obtidas as espessuras corticais regionais nos grupos. Esses resultados foram correlacionados com os volumes lesionais de imagens ponderadas em T1 e T2/FLAIR e os escores da escala expandida do estado de incapacidade (ExpandedDisability Status Scale – EDSS)

A partir da análise, a Dr.a Carolina Rimkus concluiu que houve alteração difusa nos índices de fração de anisotropia, difusividade média e difusividade radical nos segmentos do corpo caloso, com acometimento localizado predominantemente no setor médio posterior da difusividade axial. A atrofia cortical também apresentou uma distribuição regional característica, afetando, sobretudo, as regiões temporais, bilateralmente, parietal inferior, insular e fronto-orbitária direitas.

Segundo a autora, as correlações encontradas demonstraram que, ao menos em parte, as degenerações das substâncias brancas e substâncias cinzentas podem ser relacionadas à degeneração Walleriana, secundária ao acúmulo de placas lesionais.

A autora teve como orientadora a Prof. Claudia da Costa Leite, que presidiu a banca examinadora, constituída pelos Profs. Antonio José da Rocha, Fernando Cendes, Henrique Carrete Junior e Leandro Tavares Lucato. A co-orientação foi da Dra. Maria Concepción García Otaduy.

Fonte: InRad News FEV/MAR – Edição N° 80

 

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