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Avaliação da ototoxicidade em paciente portadores de meduloblastoma submetidos à radioterapia
 

O Dr. Wilson Albieri Vieira foi aprovado em concurso na Faculdade de Medicina da USP para obtenção do titulo de doutor em ciências, com o trabalho intitulado “Avaliação da ototoxicidade em pacientes portadores de meduloblastoma submetidos à radioterapia com reforço de dose com intensidade modulada do feixe (IMRT)

A banca examinadora foi constituída pelos profs. Eduardo Weltman, orientador, Antonio Sergio Petrilli, Heloisa Andrade Carvalho, Rosangela Correa Vilar, Sergio Cavalheiro.
Segundo o autor, o objetivo do trabalho foi determinar se, com a radioterapia com reforço de dose com IMRT é possível atingir índices menores de perda auditiva e se há um limite de dose no ouvido para a mesma. Analisar também se o volume de ouvido contornado durante o planejamento inverso influencia o resultado.

Destaca, portanto, que a combinação de radioterapia e altas doses de cisplatina no tratamento de meduloblastoma tem se mostrado causa de importante ototoxicidade. E, com a introdução de técnica de intensidade modulada do feixe (IMRT), tornou-se possível diminuir a dose media de radiação no aparelho auditivo.

Quarenta e um pacientes com meduloblastoma ( idade mediana, 10 anos) com audição normal ao inicio da radioterapia com IMRT foram avaliados retrospectivamente. O ultimo seguimento e a ultima audiometria realizada após o termino da radioterapia foram considerados. A função auditiva foi graduada em uma escala de 0 a 4 de acordo com os critérios de toxicidade do Pediatric Oncology Group (POG). As doses mínima, máxima, media e mediana recebidas pelo aparelho auditivo, bem como o volume contornado no planejamento do IMRT foram correlacionados com o grau de função auditiva. Foi realizada analise univariada e multivariada dos dados.

Os resultados mostram que o tratamento com IMRT leva a uma baixa taxa de perda auditiva grave, mesmo com um seguimento maior, o que é consistente com outros estudos.

“Acreditamos ser seguro contornar somente a cóclea e que uma dose mediana para a mesma deve ser mantida abaixo de 42 Gy. A quimioterapia com cisplatina continua a ter um papel importante no tratamento, no entanto a dose cumulativa não deve exceder 375 mg/m².
A sobrevida foi impressionante neste estudo, uma vez que 21 (51,2%) foram classificados como alto risco”, conclui o autor.

Fonte: Boletim do INRAD dez;jan 2012 pág.9

*En pediatría los tumores del sistema nervioso central ocupan el segundo lugar después de las leucemias. Los meduloblastomas representan el 20% de los tumores primarios del sistema nervioso central en los menores de 20 años, a diferencia de lo que ocurre en los adultos donde sólo constituyen el 1%1,2.La variedad desmoplásica representa entre el 5 y 25% de los casos3.
En los últimos años se han logrado avances importantes en el tratamiento de estos tumores, con las nuevas técnicas imagenológicas, quirúrgicas, radiantes y con las nuevas drogas oncolíticas. Pese a ello, los desafíos en el manejo de esta variedad de neoplasia persisten por las secuelas que producen las diferentes terapias4-
SUAREZ, Julio César; VIANO, Juan Carlos y HERRERA, Enrique J. Pasado, presente y futuro en el tratamiento del meduloblastoma. Rev. argent. neurocir. [online]. 2008, vol.22, n.4 [citado 2012-04-10], pp. 0-0 . Disponible en: . ISSN 1850-1532.

 

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